segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Regras e segurança no plebiscito do dia 11 de Dezembro  


Ações coordenadas do Ministério Público e da Justiça estadual e federal do Pará tentam impedir a propaganda irregular e o uso de dinheiro público nas campanhas contra e a favor a criação dos estados de Tapajós e Carajás. As regras para a eleição, consolidadas pelo Tribunal Superior Eleitoral, são extremamente rígidas: não podem ser feitos comícios com shows e nem mesmo colocação de cartazes em postes ou prédios públicos. “Político que for flagrado descumprindo a lei, além de ser multado, pode ficar inelegível na próxima eleição”, segundo o procurador regional eleitoral do Pará, Daniel Cesar Azeredo Avelino.
Apoio da Força Nacional e Exército
Neste ano, o MP e a Justiça pediram o apoio de tropas do Exército e da Força Nacional para ajudar na segurança do plebiscito em 16 cidades do Pará – nas eleições de 2010, o apoio foi solicitado para 108 municípios. As tropas foram convocadas agora para as cidades de Altamira, Brasil Novo, Monte Alegre, Santarém, Alenquer, Óbitos, Juriti, Marabá, Oriximiná, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu, Redenção, Tucumã, Orilândia do Norte, Bacajá e Anapu.
Segundo Vespasiano Loubin, da Acessória Jurídica da Presidência do Tribunal regional Eleitoral do Pará (TER),     as cidades foram escolhidas com apoio da Secretaria de Segurança do estado e são estratégicas dentro de Tapajós e Carajás. Em outras localidades, a atuação das policiais militar e civil será reforçada.
No dia 11 de dezembro, dia do plebiscito, cerca de 4,8 milhões de eleitores paraenses vão às urnas para responder a duas perguntas "Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado de Carajás?" e "Você é a favor da divisão do estado do Pará para a criação do estado do Tapajós?". O número 77 corresponde à resposta "sim" para qualquer uma das perguntas. E o número 55 será usado para o "não".(fonte G 1)




PSDB e PSD: partidos dos milionários
Os 46 deputados e senadores do Partido da República que exerceram mandato na atual legislatura acumulam R$ 383,5 milhões em patrimônio. O PR abriga o segundo parlamentar mais rico, o senador Blairo Maggi (PR-MT). Um dos maiores produtores de soja do mundo, Blairo informou possuir uma fortuna avaliada em R$ 152 milhões, menos apenas que João Lyra. Dos 46 parlamentares do PR, 25 dizem ter mais de R$ 1 milhão.
Os oposicionistas do PSDB compõem o segundo maior grupo de “milionários”. Dos 74 tucanos que pousaram no Parlamento entre fevereiro e outubro, 38 declararam possuir mais de R$ 1 milhão em patrimônio. É a quarta bancada mais rica, com bens estimados em R$ 275,4 milhões. É do PSDB o terceiro parlamentar mais rico: o deputado paranaense e industrial Alfredo Kaefer.
Quinta bancada mais endinheirada, o PP é a quarta em número de parlamentares com patrimônio superior a seis dígitos: 29 de seus 46 representantes nas duas Casas. O ex-prefeito paulistano Paulo Maluf (SP) é o mais rico deles. Maluf informou possuir R$ 39,5 milhões.
Desidratado com a criação do PSD, o Democratas acumula R$ 131 milhões. De seus 36 nomes, 22 têm mais de R$ 1 milhão. Esse valor é alcançado por 14 dos 111 petistas, que constituem a sétima representação mais rica. No DEM, a maior fortuna está nas mãos do senador Jayme Campos (MT), dono de R$ 14,1 milhões. Entre os petistas, o destaque é a senadora Marta Suplicy (PT), com R$ 11,9 milhões em bens declarados.

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